Portrait of Yarrow Mamout (Muhammad Yaro),

1819,

Pintura de Charles Willson Peale

Este retrato impressionante retrata Yarrow Mamout, que ganhou sua liberdade 220 anos atrás.

Mamout, que foi sequestrado na Guiné, África Ocidental, e escravizado por volta dos 16 anos, tornou-se uma celebridade local como um liberto idoso. Charles Willson Peale, pintor deste retrato, dizia respeitá-lo especialmente pela desenvoltura, perseverança e devoção inabalável ao Islã.

Resultado de imagem para James H. Johnston in his book “From Slave Ship to Harvard: Yarrow Mamout and the History of an African American Family.”

Yarrow Mamout, o escravo que se

tornou um financista em Georgetown

Yarrow Mamout, ex-escravo, empresário e proprietário de imóveis em Georgetown, é o “homem que nunca foi”. Hoje, quase 200 anos após sua morte, Mamout paira como uma das melhores histórias ocultas da capital norte americana.

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https://www.washingtonpost.com/opinions/yarrow-mamout-the-slave-who-became-a-georgetown-financier/2015/02/13/06710a98-b30b-11e4-827f-93f454140e2b_story.html?utm_term=.6cae17f90d79

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Yarrow Mamout era um escravo muçulmano que comprou a propriedade de número 3324 na Dent Street, em 08 de fevereiro de 1800, quatro anos depois de receber sua liberdade. Mamout havia servido a família Beall de Maryland e Georgetown por mais de quarenta anos depois de chegar em Annapolis, Maryland em 1752. Supõe-se que Mamout tenha nascido na Guiné, na África Ocidental ca. 1736 antes de ser vendido como escravo na tenra idade de 16. Quando chegou em Maryland, Yarrow era capaz de ler e escrever em árabe, o que sugere que ele pode ter sido um rico membro da tribo Fulani. Mamout recebeu sua carta de alforria em 22 de agosto de 1796 como uma recompensa por ser um servo bom e fiel.

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http://yarrowmamoutarchaeology.weebly.com/historical-background.html