Por Rodrigo Telles

Houve há algum tempo atrás na humanidade a presença habitual da honestidade, humildade, presteza, compaixão, empatia entre outras benesses sentimentais. Algum tempo depois a normalidade passou a ficar um tanto casual, mas ainda digna de em momentos extremamente necessários haver tal predominância.

Pois bem, mais algum tempo se passou e acompanhando a escassez de recursos naturais os bons sentimentos naturais passaram a serem guardados e restritos de serem difundidos de tal forma, que há gerações que talvez nem sejam capazes de ensinar suas importâncias, que inclusive estupidamente creem na hipótese de haver quem nasça com configurações opostas.

Não se nasce bom nem mal, se aprende a ser.

A guarda para seletivo e minucioso compartilhar do bem torna cada um dia após dia mais ganancioso de bons fluidos somente para si e os seus, as vezes alguns dos seus.

Urge não permitir que a fluência das coisas boas se torne folclore, fábula ou seja condenada aos confins dos alfarrábios de si!

#sóacho!

Memento mori et carpe diem!

http://www.universidadedasquebradas.pacc.ufrj.br/mitologia-dos-bons-sentimentos-pelo-quebradeiro-rodrigo-telles/

A foto que ilustra a crônica é de autor desconhecido e foi retirada de http://mycountryliving.tumblr.com/