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Carlos Humberto, criador da Diáspora Black

Diáspora Black:

uma rede contra a discriminação em hospedagens

Criada por quatro empreendedores negros, iniciativa quer combater o racismo e valorizar experiências turísticas afrocentradas
Segundo um dos criadores da iniciativa, Carlos Humberto, usuários negros sofrem mais discriminação e rejeição em outras redes de hospedagem

Formada pelo designer André Ribeiro, pelo jornalista Antonio Luiz, pelo mestrando em Desenvolvimento Territorial, Carlos Humberto da Silva e pelo artista visual Gabriel Oliveira, a Diáspora Black nasce com o objetivo de valorizar as identidades negras e experiências turísticas afrocentradas. 

Por Djamila Ribeiro 

Além de abrigar pessoas, a ideia é oferecer mais perspectivas e opções de hospedagem que valorizem a cultura afrobrasileira, por meio de uma rede de indivíduos que oferecem hospedagem.

A Diáspora Black também nasce porque, segundo pesquisas, pessoas negras são recusadas ou discriminadas em outras redes similares, como o Airbnb. Em entrevista para CartaCapital, Carlos Humberto explica como funciona a rede e quais são as expectativas.

CC: Como surgiu a iniciativa da Diáspora Black?
CH: Essa é uma tradição que realizamos de forma informal, entre amigos, de acolhida, de compartilhar espaços de pertença. É algo que sempre fiz em minha casa, recebendo visitantes por temporada por diferentes plataformas. Mas vivi uma série de experiências de rejeição e discriminação, além de manifestações de desconfiança e desconforto com o fato de eu ser negro dentro de minha casa. Isso me fez questionar o funcionamento das plataformas e criar com alguns parceiros e parceiras uma rede nossa, com outros serviços associados para facilitar e priorizar, por exemplo, experiências turísticas afrocentradas nas cidades que visitamos.

 

CC: Pode dar alguns exemplos de situações de discriminação?
CH: É comum casos de racismo por anfitriões nessas plataformas, com agressões durante a convivência, por exemplo, ou a rejeição, que diminui em 16% as negociações dessas plataformas para usuários negros, segundo a Harvard. Mas há uma situação dos próprios algoritmos, que encobrem os anúncios.

Outra pesquisa recente mapeou que, em 12 bairros icônicos da cultura negra de Nova York, como Brooklyn e Harlem, onde mais de 75% da população é negra, quase 80% dos anfitriões são brancos, ampliando a concentração de renda e a gentrificação dessas áreas. É um problema estrutural, que demanda alternativas que nos favoreça.

CartaCapital: Como a Diáspora Black pode atuar para a promoção da igualdade?
Carlos Humberto: O turismo é um elemento importantíssimo na economia brasileira, e muito se pauta sobre a herança e a cultura da população negra. Somos um dos principais destinos do turismo étnico mundial. Nossa memória está dispersa em diferentes cidades e manifestações, então, visitá-las é uma forma de valorizar nossas identidades, reescrever a narrativa de nossa contribuição na formação social do País, além de fortalecer economicamente essa população. A Diáspora Black se propõe a conectar esses propósitos em uma plataforma que agrega diversos serviços.

CC: Como funciona?
CH: O turismo de experiência é um dos segmentos que mais cresce, e o Brasil já é um dos principais destinos para o turismo étnico, embora não haja políticas específicas, como um mapeamento transversal ou campanhas de visibilidade a essas iniciativas. A plataforma reúne essas experiências, amplificando sua visibilidade, permitindo o acesso de mais pessoas, e estabelecendo um aumento de renda. Além disso, ao mobilizar essa rede, fortalecemos os laços de colaboração na economia da comunidade negra.

CC: Quais serviços já estão disponíveis?
CH: Temos, por exemplo, cadastro em comunidades quilombolas, em Búzios, além de terreiros de matrizes africanas e coletivos de mulheres negras, que realizam acolhida de grupos para atividades de formação politica, cultural e artísticas, e ainda de sustentabilidade.

Além das trocas simbólicas, para a maior parte dos usuários, a oferta de acomodação compartilhada é uma possibilidade de geração extra de renda, que ativa toda a circulação dentro da comunidade negra.

Em setembro, iniciamos um clube de vantagens com empresas e estabelecimentos parceiros, que garanta aos usuários descontos exclusivos em passagens de ônibus, restaurantes, serviços de limpeza para os imóveis, entre outros.

Leia também:
“Quando o catolicismo é alvo de intolerância, a mobilização é muito maior”

CC: Como está a receptividade?

CH: Nós iniciamos a operação plena da rede em julho e já chegamos a 1.300 cadastros. Hoje, 74% de nossa rede de anfitriões é formada por mulheres negras, que já têm atuação de acolhida seja atuando em redes e coletivos, seja em seus imóveis particulares. Na outra ponta, temos uma juventude com maior mobilidade pelo país e buscando fortalecer sua formação identitária em diferentes cidades. Com o encontro dessas redes, podemos construir uma narrativa sobre a riqueza cultural da diáspora africana.

CC: Mas essa riqueza transcende fronteiras do Brasil.
CH: A diáspora é entendida como uma marca da subjetividade da população negra, pela memória coletiva da dispersão forçada de seus locais de pertencimento. Agora, podemos usar a tecnologia para reconectar essas referências, fazer dessa mobilidade e dispersão uma potência, de articulação e mobilização em rede. Nós já chegamos em dez países, com cadastros em regiões como Itália, Portugal e França. Também temos uma parceria com a Câmara de Comércio Brasil-África para ampliar negociações em mais de 30 países membro.

CC: Qual o caminho para abarcar toda essa diversidade?
CH: Para materializar esse alcance com o aplicativo estamos captando investimentos. Para o próximo ano, estamos desenvolvendo um aplicativo para integrar a rede aos serviços de geolocalização, facilitando a localização de opções e referências em cada cidade.

É uma etapa de crescimento do cadastro dessas oportunidades, locais históricos, coletivos e comunidades que possam proporciona experiências autênticas de reconhecimento das marcas e heranças da cultura negra em diversas dimensões: gastronomia, arte, música, intelectualidade, entre outros aspectos.

CC: Qual o foco da Diáspora Black no momento?
CH: Estamos com uma procura grande por acomodações no Rio, São Paulo e em outras capitais brasileiras e mundiais, como Nova York. Por isso, estamos intensificando nosso foco na ampliação de novos cadastros de espaços para acomodações. Todos são convidados a promover a história, memoria e cultura da população negra e contribuir para geração de renda e para diminuição das desigualdades. Assim, convidamos a população negra de diferentes lugares a fazerem parte desta rede e ainda, é um convite a todos que queiram contribuir no fortalecimento e valorização de nossa herança africana.

https://www.cartacapital.com.br/diversidade/diaspora-black-uma-ferramenta-contra-a-discriminacao-em-hospedagens

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“ T I G N O N L A W
A Law in Louisiana prohibiting black women from displaying their hair out in public simply because of the envy and lust it incited from white men and women.
“Beauty was the rebellion, revenge, and the...

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http://blackandbrownlove.tumblr.com/

 

Um filme de dança (2013), de Carmen Luz

Um filme de dança (2013), de Carmen Luz

Diretoras Negras do Cinema Brasileiro

Com curadoria de Kênia Freitas e Paulo Ricardo de Almeida, a mostra percorre trabalhos desde as pioneiras Adélia Sampaio e Danddara, até nomes contemporâneos, como Carol Rodrigues, Elen Linth, Juliana Vicente, Lilian Solá Santiago, Renata Martins, Sabrina Fidalgo, Viviane Ferreira, Yasmin Thayná, entre outras. Dentre os destaques selecionados, estão Amor Maldito (1984), de Adélia Sampaio; Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara; Graffiti (2008), de Lilian Solá Santiago; Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente; Um filme de Dança (2013), de Carmen Luz; O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira; Kbela (2015), de Yasmin Thayná; Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo; e Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento.  

 

Considerada pioneira, Adélia Sampaio começou no cinema em 1969. Filha de empregada doméstica, a cineasta dirigiu quatro curtas metragens: Denúncia VaziaUm Deus dança em MimAdulto não brinca e Na poeira das ruas. Em 1984, Adélia dirigiu o filme Amor Maldito, tornando-se a primeira diretora negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Além disso, a produção também é considerada a primeira com temática inteiramente lésbica no cinema nacional.

Nos anos 1990, a realidade do cinema feminino negro no Brasil pouco se alterou. Danddara, umas das resistências do período, ingressou no cinema profissional fazendo assistência para Paulo Rufino (Canto da Terra, 1991). No entanto, seu primeiro curta, Gurufim na Mangueira (2000), foi recusado três vezes pelo Ministério da Cultura antes de ser aprovado. Ainda assim, a diretora usou de diversos subterfúgios para driblar o racismo institucional, como assinar o projeto com um pseudônimo francês (Mônica Behague) e relevar para segundo plano a sua autoria do roteiro.

“Falar das trajetórias das mulheres negras no cinema brasileiro é remontar uma história de invisibilidade e apagamentos. Até por isso, o que é impactante na produção atual é a sua coletividade e a pluralidade de projetos e obras. Uma série de iniciativas das próprias cineastas marcam esse cenário de transformação e afirmação, propondo novas formas de viabilizar e divulgar o cinema feito pelas mulheres negras. Entre tantas, podemos destacar: a plataforma de exibição online Afroflix (www.afroflix.com.br/), criada por Yasmin Thayná, e a websérie Empoderadas, criada e dirigida por Renata Martins, que se desdobrou em encontro e festival de cinema feminino negro” destaca a curadora Kênia Freitas.

“Houve o barateamento dos equipamentos de produção, sobretudo com a entrada em cena do digital, que aumentou o acesso a uma arte (ainda cara) para um número maior e mais diverso de realizadores. O estabelecimento do sistema de cotas nas universidades públicas, assim como o ProUni e o Fies, trouxe para o ensino superior – incluindo os cursos cinema e audiovisual – alunos e alunas pobres e negros, antes excluídos. A abertura de uma linha de financiamento específica na Ancine para afrodescendentes significa o reconhecimento da falta de diversidade pela instância máxima de fomento do cinema brasileiro”, complementa o também curador Paulo Ricardo de Almeida.

Sessão inclusiva e debates:

No dia 09 de dezembro (sábado), às 17h30, haverá sessão inclusiva do filme Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques, com audiodescrição e closed captions, para pessoas com necessidades especiais.

Fazem parte da programação, ainda, duas mesas de debates. No dia 07 de dezembro (quinta), às 19h, a mesa O percurso das diretoras negras no cinema brasileiro recebe as cineastas Adélia Sampaio e Sabrina Fidalgo, com mediação da curadora e doutora em Comunicação e Cultura, Kênia Freitas. Este debate terá tradução em Libras.

Já no dia 14 de dezembro (quinta), também às 19h, será realizada a mesa Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, da qual participam as cineastas Janaína Oliveira (Re.Fem) e Yasmin Thayná, com mediação do co-curador Paulo Ricardo.

A entrada para ambos os seminários é franca, com ingressos distribuídos 1h antes do início.

Programação:
5 de dezembro (terça-feira)
17h – Sandrine (2014), de Elen Linth e Leandro Rodrigues, Brasil, 12 min, DVD, 16 anos
Muros (2015), de Elen Linth, Brasil, 14 min, DVD, 16 anos
Entre Passos (2012), de Elen Linth, Brasil, 10 min, DVD, 16 anos
Pra se contar uma história (2013), de Elen Linth, Diego Jesus, Lucicleide Cruz e Leandro Rodrigues, Brasil, 25 min, DVD, livre
O filme que fiz para esquecer (2012), de Elen Linth, Brasil, 2 min, DVD, livre
Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento, Brasil, 17 min, DVD, 12 anos
19h – Um filme de dança (2013), de Carmen Luz, Brasil, 90 min, DVD, livre
6 de dezembro (quarta-feira)
17h – Lápis de Cor (2013), de Larissa Fulana de Tal, Brasil, 14 min, DVD, livre
Cinzas (2015), de Larissa Fulana de Tal, Brasil, 15 min, DVD, 12 anos
O tempo dos orixás (2014), de Eliciana Nascimento, Brasil, 20 min, DVD, livre
A Boneca e o Silêncio (2015), de Carol Rodrigues, Brasil, 19 min, DVD, 16 anos
Assim (2013), de Keila Serruya, Brasil, 14 min, DVD, 12 anos
19h – Das Raízes às Pontas (2016), de Flora Egécia, Brasil, 20 min, DVD, livre
Mucamas (2015), do Coletivo Nós, Madalenas, Brasil, 15 min, DVD, livre
Mulheres de Barro (2015), de Edileuza Penha de Souza, Brasil, 26 min, DVD, livre
Conflitos e Abismos, A Expressão da Condição Humana (2014), de Everlane Moraes, Brasil, 15 min, DVD, 14 anos
7 de dezembro (quinta-feira)
15h15 – Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara, Brasil, 26 min, DVD, 12 anos
Amor maldito (1984), de Adélia Sampaio, Brasil, 76 min, DVD, 16 anos
17h30 – Cinema Mudo (2012), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 15 min, DVD, 14 anos
Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 22 min, DVD, 12 anos
Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 30 min, DVD, 12 anos
19h – Seminário O percurso das diretoras negras no cinema brasileiro, com Adélia Sampaio e Sabrina Fidalgo. Mediação de Kênia Freitas.
8 de dezembro (sexta-feira)
17h30 – Black Berlim (2009), de Sabrina Fidalgo, Brasil e Alemanha, 12 min, DVD, 12 anos
Rio Encantado (2014), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 55 min, DVD, livre
19h – Balé de Pé no Chão – A Dança Afro de Mercedes Baptista (2005), de Lilian Solá Santiago e Marianna Monteiro, Brasil, 17 min, DVD, livre
Graffitti (2008), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 10 min, DVD, 10 anos
Eu tenho a palavra (2010), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 26 min, DVD, livre
Batuque de Graxa (2012), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 5 min, DVD, livre
Mulheres Bordadas – Fios do Passado (2005), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 10 min, DVD, livre

Heitor, Carioca dos Prazeres (2013), de Tatyana dos Prazeres.

Heitor, Carioca dos Prazeres (2013), de Tatyana dos Prazeres.
9 de dezembro (sábado)
15h45 – Aquém das Nuvens (2010), de Renata Martins, Brasil, 18 min, DVD, 12 anos
Heitor, Carioca dos Prazeres (2013), de Tatyana dos Prazeres, Brasil, 14 min, DVD, livre
Doido Lelé (2008), de Ceci Alves, Brasil, 17 min, DVD, livre
Rap de Saia (2006), de Janaína Oliveira Re.Fem e Queen, Brasil, 18 min, DVD, 14 anos
A Rua – O Corpo Urbano (2016), de Keila Serruya, Brasil, 10 min, DVD, livre
17h30 –  Sessão inclusiva (audiodescrição + closed captions)
Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques, Brasil, 55 min, DVD, livre
19h – Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente, Brasil, 16 min, DVD, livre
Tupã Baê (2011), de Juliana Vicente e Lucas Rached, Brasil, 11 min, DVD, livre
O Olho e o Zarolho (2013), de Juliana Vicente e René Guerra, Brasil, 17 min, DVD, livre
As Minas do Rap (2015), de Juliana Vicente, Brasil, 14 min, DVD, livre
10 de dezembro (domingo)
16h – Peregrinação (2014), de Viviane Ferreira, Brasil, 50 min, DVD, livre
17h30 – Mumbi 7 Cenas Pós Burkina (2010), de Viviane Ferreira, Brasil, 7 min, DVD, livre
Dê Sua Ideia, Debata (2008), de Viviane Ferreira, Brasil, 28 min, DVD, livre
O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira, Brasil, 20 min, DVD, livre
19h – Kbela (2015), de Yasmin Thayná, 23 min, DVD, 12 anos
Sexy Trash (2014), de Tainá Rei, 2 min, DVD, 12 anos
Cinema de Preto (2004), de Danddara, 11 min, DVD, livre
Quijauá (2016), do Coletivo Revisitando Zózimo Bulbul + Mulheres de Pedra, 6 min, DVD, 14 anos
12 de dezembro (terça-feira)
17h – Black Berlim (2009), de Sabrina Fidalgo, Brasil e Alemanha, 12 min, DVD, 12 anos
Rio Encantado (2014), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 55 min, DVD, livre
19h – Mumbi 7 Cenas Pós Burkina (2010), de Viviane Ferreira, Brasil, 7 min, DVD, livre
Dê Sua Ideia, Debata (2008), de Viviane Ferreira, Brasil, 28 min, DVD, livre
O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira, Brasil, 20 min, DVD, livre
13 de dezembro (quarta-feira)
17h30 – Balé de Pé no Chão – A Dança Afro de Mercedes Baptista (2005), de Lilian Solá Santiago e Marianna Monteiro, Brasil, 17 min, DVD, livre
Graffitti (2008), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 10 min, DVD, 10 anos
Eu tenho a palavra (2010), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 26 min, DVD, livre
Batuque de Graxa (2012), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 5 min, DVD, livre
Mulheres Bordadas – Fios do Passado (2005), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 10 min, DVD, livre
19h – Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques,  Brasil, 55 min, DVD, livre
14 de dezembro (quinta-feira)
16h15 – Aquém das Nuvens (2010), de Renata Martins, Brasil, 18 min, DVD, 12 anos
Heitor, Carioca dos Prazeres (2013), de Tatyana dos Prazeres, Brasil, 14 min, DVD, livre
Doido Lelé (2008), de Ceci Alves, Brasil, 17 min, DVD, livre
Rap de Saia (2006), de Janaína Oliveira Re.Fem e Queen, Brasil, 18 min, DVD, 14 anos
A Rua – O Corpo Urbano (2016), de Keila Serruya, Brasil, 10 min, DVD, livre
18h – Kbela (2015), de Yasmin Thayná, 23 min, DVD, 12 anos
Sexy Trash (2014), de Tainá Rei, 2 min, DVD, 12 anos
Cinema de Preto (2004), de Danddara, 11 min, DVD, livre
Quijauá (2016), do Coletivo Revisitando Zózimo Bulbul + Mulheres de Pedra, 6 min, DVD, 14 anos
19h – Seminário Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, com Yasmin Thayná, Janaína Oliveira, Re.Fem. Mediação: Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida.
15 de dezembro (sexta-feira)
17h30 – Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente, Brasil, 16 min, DVD, livre
Tupã Baê (2011), de Juliana Vicente e Lucas Rached, Brasil, 11 min, DVD, livre
O Olho e o Zarolho (2013), de Juliana Vicente e René Guerra, Brasil, 17 min, DVD, livre
As Minas do Rap (2015), de Juliana Vicente, Brasil, 14 min, DVD, livre
19h – Peregrinação (2014), de Viviane Ferreira, Brasil, 50 min, DVD, livre
16 de dezembro (sábado)
15h – Sandrine (2014), de Elen Linth e Leandro Rodrigues, Brasil, 12 min, DVD, 16 anos
Muros (2015), de Elen Linth, Brasil, 14 min, DVD, 16 anos
Entre Passos (2012), de Elen Linth, Brasil, 10 min, DVD, 16 anos
Pra se contar uma história (2013), de Elen Linth, Diego Jesus, Lucicleide Cruz e Leandro Rodrigues, Brasil, 25 min, DVD, livre
O filme que fiz para esquecer (2012), de Elen Linth, Brasil, 2 min, DVD, livre
Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento, Brasil, 17 min, DVD, 12 anos
17h – Um Filme de Dança (2013), de Carmen Luz, Brasil, 90 min, DVD, livre
19h – Lápis de Cor (2013), de Larissa Fulana de Tal, Brasil, 14 min, DVD, livre
Cinzas (2015), de Larissa Fulana de Tal, Brasil, 15 min, DVD, 12 anos
O tempo dos orixás (2014), de Eliciana Nascimento, Brasil, 20 min, DVD, livre
A Boneca e o Silêncio (2015), de Carol Rodrigues, Brasil, 19 min, DVD, 16 anos
Assim (2013), de Keila Serruya, Brasil, 14 min, DVD, 12 anos

 

17 de dezembro (domingo)
15h – Das Raízes às Pontas (2016), de Flora Egécia, Brasil, 20 min, DVD, livre
Mucamas (2015), do Coletivo Nós, Madalenas, Brasil, 15 min, DVD, livre
Mulheres de Barro (2015), de Edileuza Penha de Souza, Brasil, 26 min, DVD, livre
Conflitos e Abismos, A Expressão da Condição Humana (2014), de Everlane Moraes, Brasil, 15 min, DVD, 14 anos
17h – Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara, Brasil, 26 min, DVD, 12 anos
Amor maldito (1984), de Adélia Sampaio, Brasil, 76 min, DVD, 16 anos
19h – Cinema Mudo (2012), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 15 min, DVD, 14 anos
Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 22 min, DVD, 12 anos
Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 30 min, DVD, 12 anos
Serviço:
Mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro 
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
EndereçoAv. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 80 lugares (mais dois para cadeirantes)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Assessoria de Imprensa:
Roberta Mattoso – imprensa@romainpress.com.br
Cel: (21) 99769-7920 | (Whastapp) (21) 98108-9896

Fonte: http://www.buala.org/pt/afroscreen/diretoras-negras-do-cinema-brasileiro

Last days of bare legs – the checked blazer and tule midi skirt

 

Oi! Sou a Gisella, obrigada por me visitar aqui.

Há quase 7 anos criei esse blog. É pra ajudar a promover nessa internet que há sim beleza, estilo e muito empoderamento feminino, quando estamos fora dos padrões estéticos sociais. Mais representatividade e menos padrão de beleza e comportamento na mídia

Hoje meu blog é um dos mais influentes na área de moda e estilo plus size no meu país e felizmente ajudo a inspirar muitas meninas a abraçarem sua beleza natural e saírem por aí inspirando outras mulheres.

http://gisellafrancisca.com/?lang=pt-br

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Reaja à Violência Racial

Negro

se você não reagir

você será morto

morto socialmente

culturalmente

economicamente

psicologicamente

moralmente

precocemente

morto antes de nascer

ainda no ventre materno

será morto sem trabalho

sem escola

sem ter onde morar

não terá direitos

nem saúde

estará sempre acompanhado

da praga embriaguez

da prostituição

empurrado para o crime

você será morto

nas prisões, nas ruas

no campo, nas cidades

por fome

por uma bala da polícia

morto sem história

com a angústia de não ter lutado

sua dignidade

estraçalhada.

 

Milton Barbosa

Milton Barbosa é poeta e ativista, fundador do MNU (Movimento Negro Unificado).

Extraído de: http://movimentonegrounificadomnu.blogspot.com.br/

Ator Pedro Cardoso abandona programa ao vivo em apoio a grevistas.

 

http://www.nanavasconcelos.com.br/

 

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Robertinho Silva, Naná Vasconcelos e Milton Nascimento.

Juvenal de Holanda Vasconcelos, mais conhecido como Naná Vasconcelos (Recife, 2 de agosto de 1944 — Recife, 9 de março de 2016)  foi um músico brasileiro Eleito oito vezes o melhor percussionista do mundo pela revista americana Down Beat (votação feita pelos críticos musicais da revista) e ganhador de oito prêmios   Grammy  , era considerado uma autoridade mundial em percussão.

Resultado de imagem para nana vasconcelos

http://maryjuana.com.br/2016/03/15-musicas-do-nana-vasconcelos-para-ouvir-as-420/

Fim de festa: Naná Vasconcellos e Itamar Assumpção.